Seja bem-vindo ao meu espaço. Aqui é onde reside o mais íntimo do meu EU. São algumas linhas, dispostas,a maioria,em versos e prosas.Que me acompanha desde muito tempo.Relatos de minha vida,sentimentos expostos e guardados,adquirindo,em cada escrito,um pedacinho de mim. Me arrisco no enlevo da fantasia e me transponho a lugares que só eu conheço.E nesse mundo de magia é que me causa inspiração da qual tento expressar em minhas linhas. Portanto,fique á vontade. Talvez você aprecie.
MEUS ESCRITOS
sexta-feira, 28 de junho de 2013
DOCE LUA.
IMAGEM GOOGLE.
... E não diga que a lua não fala,
ou que desperdiça os momentos
Na poesia querendo inspirá-la
Revestem-se os poemas sedentos
Buscam a essência daquela
inspiração que não maltrate
Na poção, mais doce e bela
No expresso, qualquer, dessa vate.
Meus versos miram na mais pura
lua de emoções solta no céu
Enlevo de nobre criatura
Imponente quando lá em cima...
Desnuda de todo seu véu
Reluz no maior brilho de rima.
Mônica Pamplona.
07/06/13
domingo, 14 de abril de 2013
TANTO DE AMOR NO AR
Google
Magia de amor, - caixa de Pandora
Reage em sentimento, - a cada gesto
Revela toda a emoção da hora
Face à realidade em manifesto.
Lágrima que nasce, mas conforta
Acorda e desperta nos sentidos
Momento supremo em que transborda,
tanto amor no peito quando fluido.
Do sorriso ao beijo, - ora enfim...
Corações alternos, em cetim.
Sempre é motivo para se amar
Nesse sopro de vida não há
nada que divisa, nem confim
O tanto de amor que paira no ar!
Mônica Pamplona.
09/04/2013
quinta-feira, 11 de abril de 2013
domingo, 7 de abril de 2013
COISAS DA VIDA.
Google.
Também já sofri, por tantos desamores.
Já calei, perdi, desejei, bem chorei,...
Nessa tentativa de alivio pras dores,
quando toca o peito - Ah, dói! - Como eu sei.
Já confiei em quem me prometeu ajuda.
Briguei por ninguém, pensando ser um amigo.
Dum beijo sincero, beijada por Judas!
Refiz com esmero, todo esse castigo.
E na tentativa, de não mais sofrer.
Concluo na verdade, que tenho a aprender.
Quem sabe, também, num deslize qualquer.
Num desvario, ímpeto que me revolva,
exato momento, razão não houver.
Talvez eu já tenha feito, a mesma coisa.
Num desvario, ímpeto que me revolva,
exato momento, razão não houver.
Talvez eu já tenha feito, a mesma coisa.
Mônica Pamplona.
07/04/2013
terça-feira, 5 de março de 2013
segunda-feira, 4 de março de 2013
CÔNJUGE
Googlle.
Desperto, o desejo em nosso
quarto.
Observo teu ledo olhar, -
anseia o meu,
sensual, à meia luz, permito e
não aparto.
Tua mão que seduz, - teu corpo e o meu
Bem sei o caminho para te
agradar
És o meu bom vinho, tão
apurado,
gostoso e antigo a me
embriagar
Parceiro bendito, sempre ao
meu lado...
Base e estrutura que fortalece
Talvez, por ventura, só me
oferece,
realizações de meus muitos
planos
Nas revelações cônjuge me é
de tantas paixões, num só “eu
te amo”.
Nessa conexão, que me faz
mulher.
Mônica Pamplona.
04/03/13
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
PAIXÃO NOVAMENTE
Preciso sentir outra vez a paixão
Sem mais impedir - e que tente, e me envolva.
Que exale prazer, com ou sem permissão.
Sequer me tolher, e sem que me devolva.
Não sei bem ao certo, mas me tira o chão!
A paixão decerto teima em frenesi.
Nesse me entregar, minha libido então...
Chego a precisar mais um pouco de mim!
Quero do arrepio na pele que me esquenta
Minha boca, na d’outra boca a beijar.
Gemer sem ardume ao sabor pimenta
Saciar da volúpia, sem nem me abreviar.
Ajustar de forma correta ou não...
E que me possua sem qualquer restrição.
Mônica Pamplona.
22/02/13
RE / VERSOS
Deixo-te meus versos que te fiz
Neles me despeço sem teus beijos
Reatando comigo me refiz
Estando contigo, não te deixo.
São versos calados e sem clima
De muito cansados, - já apagados.
Trafegam dispersos e sem rimas
Dum amor reverso, ora errado.
Basta-me viver minha poesia
Faço aqui caber meus sentimentos
Sem saber conter minha agonia
Volito nas linhas sem talento
Esperança minha qualquer dia...
Sem mais essa rinha – te teria.
Mônica Pamplona.
22/02/13
COLCHA DE RETALHOS
Gollgle.
Remendos
de um amor antigo
Alinhavados
em sentimento vivo
Velha paixão
em pedaços
... Costurados,
prontos para o agasalho
Abarcando o meu coração
Feito colcha de retalhos.
Mônica Pamplona.
23/11/12
terça-feira, 6 de novembro de 2012
REESCREVENDO MINHA HISTÓRIA
Arquivo pessoal.
Um
dia, quem sabe, quando à morte, já me leve.
Sem
que complete inteira, a minha trajetória.
Irei
a lamento, muito embora seja breve.
Se
já traçado, parte, ou toda a minha história.
Sem
mais esboços sobre as linhas d’uma lauda,
que
sempre atinham tanto o maior sentimento.
Versos
que gritam mudos, por tão justa causa.
Num
desatino expresso, de cada momento.
Ora,
portanto; Sagrem por mim às suas preces,
ungindo
minha triste alma à despedida
À
luz das velas, brindo a quem nunca me esquece!
E nem distorce minha imagem na ampulheta.
Assim reescrevo outra história, quiçá nem lida.
No papel da vida / tempo minha caneta!
Mônica Pamplona.
08/10/12
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
NAQUELA CRUZ.
Auquivo pessoal.
Postado
de braços abertos.
Na
sangria dos estigmas,
em que reflete a dor da salvação
Imagem
fincada na parede,
observando
o enfermo leito.
Onde reluz
onipotente
respeito
Alimento
da alma
Santificado
adorno
Pela
fé que induz
Esperança
crucificada,
e detida.
Também,
naquela
CRUZ.
Mônica Pamplona.
30/09/12
sábado, 13 de outubro de 2012
SOBRE AS ASAS DE ÍCARO
Arquivo da família.
Mônica Pamplona.
05/10/12
Para o amigo Ícaro Suziki. Baixista de uma banda de rok daqui de Belém, Madame Saatan. Que no último dia 02/10, fora brutalmente alcançado, na calçada, por um motorista totalmente embriagado, um delegado da polivia civil. Somente agora, felizmente, recupera-se em casa.
Asas que foram podadas, somente.
Durante o silêncio dum desvario
Nas asas de Ícaro, agora doentes ,
restou à essência, com todo o seu brio.
Nesse teu requinte bater de asas
Durante o silêncio dum desvario
Nas asas de Ícaro, agora doentes ,
restou à essência, com todo o seu brio.
Nesse teu requinte bater de asas
"Irreverência que te é permitida"
Como guerreiro, na busca alcançada.
Sempre a lutar no decorrer da vida.
Borrão no asfalto é insuficiente ,
em asas livres que somente exercem
Todo o poder e o saber de ser gente
Numa fadiga em que o mal vence o bem
Lição de vida que só fortalece,
pra que tuas asas voem muito mais além.
Como guerreiro, na busca alcançada.
Sempre a lutar no decorrer da vida.
Borrão no asfalto é insuficiente ,
em asas livres que somente exercem
Todo o poder e o saber de ser gente
Numa fadiga em que o mal vence o bem
Lição de vida que só fortalece,
pra que tuas asas voem muito mais além.
Mônica Pamplona.
05/10/12
Para o amigo Ícaro Suziki. Baixista de uma banda de rok daqui de Belém, Madame Saatan. Que no último dia 02/10, fora brutalmente alcançado, na calçada, por um motorista totalmente embriagado, um delegado da polivia civil. Somente agora, felizmente, recupera-se em casa.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
ETERNA MADRUGADA
Arquivo pessoal.
Seja
bem -vinda, minha madrugada.
Fazendo
aurora nessa poesia leiga
Flagras-me,
aqui, novamente sentada.
Entre
meus versos... Total desajeita.
Bendita
seja tua presença assim,
entre
os murmúrios dessa inspiração
Onde
levitam prosas sobre mim.
Saudando
o estro de minha criação.
Ah,
madrugada como eu ficaria,
Tão
satisfeita com tua eternidade
Sem
desfazer-me do sol, d’outro dia,
onde
o labor aquece em alforria
Mas
se desfaz do expresso da saudade,
que
a madrugada corteja em poesia.
Mônica Pamplona.
05/10/12
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